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Depois das férias, a rotina volta e este espaço encontra-se, novamente, operacional.

As notícias, os comentários, as opiniões vão estar sob o meu olhar e “postados” aqui.

Estejam atentos!

falarLuís Paixão Martins, dono de uma das principais empresas de comunicação em Portugal, a LPM Comunicação foi a personalidade escolhida pelo Partido Socialista para gerir a campanha de José Sócrates às próximas eleições legislativas.

É de notar que, nos últimos dias, a postura de José Sócrates alterou significativamente. O líder do PS quebrou o gelo com os jornalistas e deixou de lado a pose altiva para falar em “humildade”.

 Foto tirada daqui.

Apesar de nestes quatro anos de governo a comunicação política de José Sócrates ter ficado a cargo de nomes como Pedro Silva Pereira (ministro da Presidência), Luís Bernardo (assessor de imprensa), Almeida Ribeiro (assessor político) ou até mesmo do primeiro-ministro, o Partido Socialista viu-se na necessidade de escolher alguém forte neste campo. Talvez para fazer esquecer os momentos menos bons ou os erros cometidos e fazer valer a personalidade e vontade de mudança de Sócrates.

Num ano marcado por três eleições (europeias, legislativas e autárquicas) é notória a força de um qualquer partido na sua máquina de propaganda. As televisões são invadidas por discursos eleitorais, as redacções seguem as agendas dos líderes e “deixam-se levar”. Mas onde fica o papel do jornalista? A relação entre o jornalismo e a política é assim tão linear ou existe algo que as une?

Fernando Sobral, num artigo de opinião publicado no Correio da Manhã, aborda estas questões. Vale a pena ler.

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O director de desporto da televisão pública espanhola TVE, Julián Reyes, foi destituído do cargo por ter optado não emitir em directo o hino nacional na final da Taça do Rei em futebol devido aos assobios dos adeptos no momento em que este soava. Segundo fontes da TVE, em declarações ao  jornal “El País”, este acto foi considerado um “erro gravíssimo” e acusou Julián Reyes de não ter cumprido as instruções que recebeu da própria direcção.

Antes do início da partida, entre o Barcelona e o Atlético Bilbao (ganharam os catalães), quando soava o hino no Estádio Mestalla, em Valência, os assobios fizeram-se ouvir a alto e bom som. Julián Reyes, segundo a direcção da TVE, decidiu interromper transmissão, atribuindo depois o corte da emissão a problemas técnicos. No intervalo, depois de apresentadas as desculpas, a cadeia retransmitiu em diferido o momento do hino, contudo numa versão sem assobios e com imagens de adeptos bem comportados, o que provocou muita polémica.

Fonte: DN

dia-da-europa-san-franciscoEm 9 de Maio de 1950, Robert Schuman apresentou uma proposta de criação de uma Europa organizada, requisito indispensável para a manutenção de relações pacíficas.

Esta proposta, conhecida como “Declaração Schuman”, é considerada o começo da criação do que é hoje a União Europeia.

Actualmente o dia 9 de Maio tornou-se um símbolo europeu (Dia da Europa) que, juntamente com a bandeira, o hino, a divisa e a moeda única (o euro), identifica a identidade política da União Europeia. O Dia da Europa constitui uma oportunidade para desenvolver actividades e festejos que aproximam a Europa dos seus cidadãos e os povos da União entre si.

Fonte: Europa.eu

Um grupo de profissionais de algumas das mais conceituadas publicações vai lançar, em Outubro, um ‘site’ em que os media podem ter os seus  conteúdos para venda, mediante um único pagamento para o utilizador.

O Journalism Online (JO) foi anunciado esta semana e é uma experiência singular pelos seus fundadores e pela estratégia para jornais terem conteúdos pagos na Internet.

O produto final só deve ser divulgado no Outono mas antecipa–se que os editores não precisam de investir na plataforma tecnológica e os utilizadores podem ler várias publicações com um único pagamento. “Há uma necessidade urgente por um modelo de negócio para garantir que o jornalismo de qualidade é beneficiário do eficiente mecanismo de distribuição pela Internet e não sua vítima”, explicou Steven Brill, fundador com Gordon Crovitz e Leo Hindery.

Ler notícia completa aqui.

Fonte: Diário de Notícias

jj37_capa_pNa edição 37 da revista Jornalismo & Jornalistas é feita uma abordagem interessante à presença dos cartoons na imprensa portuguesa. Criados para suscitar o riso, parodiando muitas vezes figuras públicas ou situações do quotidiano, os cartoons continuam a merecer lugar nas páginas ou revistas nacionais.

 

Um trabalho de Helena Sousa que vale a pena conhecer. Pode ser consultado aqui.

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